TOXICIDADE DE ESPÉCIES DE ENXOFRE EM REATOR ANAERÓBIO TRATANDO ESGOTOS DOMÉSTICOS

Glennya Rodrigues Carvalho, Giulliano Guimarães Silva, Sérgio Carlos Bernardo Queiroz, Sylvia Salla Setubal, Telma de Matos Guimarães, Marcelo Mendes Pedroza

Resumen


Esse trabalho teve como objetivo monitorar o funcionamento e o efeito inibitório do enxofre (sulfato e sulfeto) emreator UASB tratando esgotos domésticos. Para a concretização dos objetivos dessa pesquisa, foram coletadassemanalmente amostras no afluente e efluente do reator UASB. Para a determinação do efeito de toxicidade deenxofre durante o monitoramento foram demarcados 4 pontos amostrais no interior do reator UASB a diferentesprofundidades (P1, P2, P3 e P4), sendo que o ponto P1 estava a 1m do fundo do reator e o os outros pontoslocalizados a 2, 3 e 4 m do fundo do reator. Os valores de pH oscilaram entre 6,4 a 7,5 no efluente. Asconcentrações médias de ácidos graxos voláteis no afluente e efluente foram de 75.9 e 34.8, respectivamente. Asremoções de DBO e DQO do sistema foram de 61 e 58%. O reator apresentou baixa remoção de nitrogênioamoniacal, indicando que os reatores anaeróbios possuem uma capacidade insatisfatória de remover de nutrientesdurante o tratamento. O maior valor de sulfeto encontrado foi de 1,3 mg/L dentro do reator no ponto P1. Foipossível verificar um decaimento da concentração de sulfeto a partir da entrada afluente. Os dados experimentaisencontrados e a bibliografia pesquisada mostram que os valores de sulfeto dentro do reator estão muito abaixodaqueles necessários para inibirem a atividade metanogênica.

Palavras-chave: águas residuárias, enxofre, toxicidade, reator UASB


Palabras clave


águas residuárias, enxofre, toxicidade, reator UASB

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DOI: http://dx.doi.org/10.22201/iingen.0718378xe.2013.6.3.43774