AVALIAÇÃO DA RIQUEZA BACTERIANA PRESENTE EM DIFERENTES INÓCULO UTILIZADOS NA DEGRADAÇÃO DE SURFACTANTE ANIÔNICO

Amanda Prandini, Mônica Aparecida Almeida, Dagoberto Yukio Okada, Isabel Kimiko Sakamoto, Marianne Akemi Neroni Chogi, Pierre Ferreira do Prado, Kelly de Araújo Rodrigues Pessoa, Iolanda Cristina Silveira Duarte

Resumen


Os surfactantes sintéticos são amplamente utilizados em diferentes produtos de limpeza doméstica e industrial e devido a isto podem ser encontrados em diferentes águas residuárias. A degradação desses compostos pode ocorrer por processos químicos porém a degradação biológica é considerada atualmente uma opção promissora. O objetivo deste artigo foi avaliar o potencial de diferentes inóculos e condições nutricionais na degradação biológica de surfactantes aniônicos (SA). Os inóculos testados foram: lodo ativado tratando esgoto sanitário, lodo de reator anaeróbio de fluxo ascendente e manta de lodo (UASB) usado no tratamento de abatedouro de frango, fezes bovinas, solo comercial e lodo de fossa séptica. Foram avaliadas a degradação de SA sem e com adição de cossubstratos e sem e com aceptores finais de elétrons. Os experimentos foram realizados em frascos-reatores em condições facultativas. O experimento teve duração de 10 dias, onde foram monitorados pH, SA dissolvido e adsorvido.Foi observado que os inóculos tiveram comportamentos diferentes em relação à degradação de SA na presença de cossubstratos e aceptores de elétrons por meio da técnica de PCR/DGGE. O inóculo proveniente de solo comercial de jardim foi o que apresentou maiores eficiências de degradação de SA para todas as condições nutricionais avaliadas, e as melhores eficiências obtidas foi utilizando sacarose e extrato de levedura (77.0 e 73.1%, respectivamente), como cossubstratos resultados estes que sinalizam para uma opção de otimização.

Palavras-chaves: alquilbenzeno linear sulfonado, azul de metileno, inóculo, PCR/DGGE, solo.

 


Palabras clave


alquilbenzeno linear sulfonado, azul de metileno, inóculo, PCR/DGGE, solo.

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DOI: http://dx.doi.org/10.22201/iingen.0718378xe.2015.8.3.51636